sábado, 24 de março de 2007

Mais 50 km de boas pedaladas.

Trilha Rio Acima/Campestre/Rio Acima
Data: sábado, 24 de março
De 08h30 às 14h30

Mais uma vez nos reunimos com o pessoal do MTB-BH pra uma pedalada nos arredores de Rio Acima. Partimos do estacionamento, em direção ao clube Campestre(Pesque e Pague). Todo o percurso é estradão, com uma subida caprichada e desidratante, principalmente, num dia de céu aberto e muito sol na cabeça.

Chegamos ao campestre, sem maiores problemas, fora um pouco de cansaço. Conversamos um pouco e parte da turma partiu pra voltas no circuito pela mata, dentro do Campestre. Segundo eles, esse trajeto tem uns 6km. Eu esqueci de zerar o meu Cateye pra conferir. Mas a volta no circuito é prazerosa até o talo! Demais mesmo.

Descansamos mais um pouco, na volta à sede. Nos despedimos do pessoal, que iria fazer ainda um uphill nas antenas, e voltamos pelo mesmo caminho da ida. Pra variar só um pouco, esqueci a minha máquina, então, as fotos foram clicadas do celular. Daí a "ótima" qualidade.

Outros dados da trilha:

Distância total percorrida (49,32 km)
Velocidade máxima (44 km)
Tempo total pedalando (03h 26min.)
Velocidade média (14,3 km)


Trilha Rio Acima_ Campestre

domingo, 18 de março de 2007

Serra do Cipó

Dia cheio de surpresas. Começou com a chuva nos recepcionando, já na saída em Beagá, e nos acompanhando até a Serra do Cipó. Chegando lá, ela diminuiu, enquanto pegávamos as bikes e, quando começaríamos a trilha... Que tempestade!!! Ameaçamos desistir da aventura, mas a tempestade logo passou e encaramos uma aventura e meia! Explico: a idéia era fazer uma pedalada leve (de uns 20km) pela estrada do Cipó velho por sugestão da madrinha da trilha - nossa amiga Cinthia. Só que gostamos tanto do primeiro giro e estávamos tão fissurados em pedalar que resolvemos encarar também a destruidora (mais de bikes do que de ciclistas) trilha até o Canyon (uns 25 km, ida e volta). Essa trilha tem um visual chapante, inclui barro até os dentes, trechos mais técnicos, travessias em riacho e rio, areia, cascalho... Faz a alegria do pessoal da revisão pós-trilha. As bikes voltam mesmo em estado lastimável. Tive uma câmara furada, as quatro pastilhas de freio completamente gastas e o tradicional roinc-roinc da corrente e outras peças sem qualquer lubrificação. De todo o jeito, valeu muito ter feito todo esse trajeto. Acabamos pedalando de 10h até as 17h 30 mais ou menos, num total de 55km ou algo em torno disso. As fotos da aventura estão no álbum abaixo:

Trilha na Serra do Cipó

terça-feira, 13 de março de 2007

Trilha Morro do Chapéu + Churrasco do Mangini

Dia perfeito (10 de março de 2007) pra quem curte superlativos, afinal, foi tudo agradabilíssimo! Trilha com alguns trechos mais técnicos e, por isso, mais uma sequência de quase tombos. Uma passagem no meio da famosa "Matinha", com direito a um bote de cobra no pneu traseiro da minha ciclista predileta. Ufa! Ainda bem que foi só o susto! E, no final, pra compensar um churrasco e tanto, em comemoração ao aniversário do Mangini - camarada que me incentivou ainda mais a pedalar por essas e outras trilhas.

Portanto, no álbum abaixo, temos fotos do pacote completo!

Trilha Morro do Chapeu + Aniver. Mangini 10 março 2007

domingo, 4 de março de 2007

Rio Do Peixe

Nós (eu e minha mulher) acordamos tarde e resolvemos fazer só aquele trecho de Alphaville-Codornas até a estradinha de asfalto, antes da subida pro Mirante.

De Trilha Rio do...


Por acaso acabamos nos encontrando com todo o pessoal e fizemos a volta do Rio do Peixe. Só que terminamos a trilha, voltando ao Alphaville porque nosso carro estava lá.

Sofremos um pouco naquela subida mezzo hardcore, depois da usina, mas consegui subir num ritmo bom, sem parar pra empurrar. Ela acabou parando algumas vezes pra descansar porque a bicicleta dela, como disse um amigo nosso, era ótima mas na década de 80!!! É uma bike muito pesada e só com 21 marchas. Num morro daqueles é dose! No mais, como já havíamos enfrentado duas trilhas um pouco mais pesadas, lá em Rio Acima, mantivemos um bom pique, durante todo o percurso, sem ficarmos com aquela sensação de cansaço absoluto no final.

Ah! Ainda encontramos com a Andréa e Carla do Le Vélo(elas estavam descendo, pois fizeram a trilha invertida), na subidona pós-usina e no Alphaville, no final.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Dia maluco (pra não dizer estranho!) esse

Amanheceu chovendo em Beagá, com pinta de que poderia melhorar o tempo. Acho que muitos ciclistas ficaram naquela de "vou, não vou". Nós mais alguns amigos acabamos indo. A trilha nos arredores do Alphaville (trevo p/ Ouro Preto) tinha jeito de ser das mais leves, tanto na kilometragem - alto em torno de 30km - quanto no nível técnico, sem single track, quase tudo no esquema estradão.

Na verdade, a paisagem era linda, mal saímos e o sol saiu. Teve parada pra um mergulho na cachoeira(esqueci o nome!) e a volta seria pelo menos caminho da ida, portanto com todo mundo já sabendo o que esperar. Só que nem sempre a sorte sorri pra todos. Uma amiga nossa resolveu voltar antes, sem aproveitar a pausa na cachoeira, e acabou levando um tombo daqueles a pouco menos de 1km pro asfalto que levaria de volta ao nosso ponto de partida, no condomínio Alphaville. Resultado: clavícula quebrada pra total infelicidade da nossa companheira/amiga. Depois ficamos sabendo, por intermédio de outros ciclistas, que quebrar a clavícula é uma coisa meio natural(???) nesse esporte(agora entendi a classificação RADICAL) chamado mountain bike.

Que venham outros passeios, com menos tombos e fraturas.

Pra variar a máquina foi com a bateria arriada, resultando apenas nesses dois registros da trilha:

De Trilha Arredo...