segunda-feira, 10 de dezembro de 2007

Trilha Mista + Feijoada do Didi - 08 dez. 2007

Trilha + Feijoada do Didi

E lá estava o pessoal do MTB-BH pra mais uma pedalada. Como alguns chegaram a comentar: "parecia até um replay do Dia Mundial do Sem Carro, tendo em vista o monte de gente que apareceu". A proposta de trilha era a de uma bem conhecida por aqueles que já pedalam a mais tempo. Começaria no Café do Sol, no Santa Efigênia(Av. do Contorno) e terminaria no Belvedere, próximo aos hospitais, após uma volta por trás da Serra do Curral(ou o que sobrou dela!).

No início, uns 7km de subida, partindo da Av. do Contorno, passando pela Rua do Ouro, na Serra, subindo aquela rua no Mangabeiras que é, praticamente, uma continuação dela. Fomos até o Mirante, depois do Palácio do Governo, onde já funcionou a antiga Rádio Cidade(putz, fiquei velho mesmo!). Dali descemos a rua, contornando o Palácio pela esquerda, cruzamos ao meio a Praça do Papa e subimos aquela que sai na praça no extremo oposto a portaria do Parque das Mangabeiras. Dali pegamos a famosa trilha pela Serra do Curral(onde muitos já perderam suas bicicletas em assaltos, infelizmente), subimos mais um bocado de morro, descemos alguns trechos da estradinha que dá acesso às antenas de tv, pegamos o trilho do trem atrás da serra e fomos parar no Belvedere, na parte nova, onde não param de construir prédios. Há dez anos encontraríamos só mato e montanha por ali. Agora tem prédio, mais prédio, alguns com áreas de lazer que parecem mini-clubes. É o... progresso? Vai saber!

Bom, terminado o percurso, voltamos pelo Belvedere, com direito a uma parada para um suco na Bandeirantes(isso, já sem o grupo - parte do pessoal voltou numa trilha mais técnica que termina na praça JK), outra parada para um merecido banho e dá-lhe feijoada do Didi.

Antes que eu me esqueça: as fotos desta trilha são cortesia do camarada Tiganá, que mandou bem no registro desse passeio ciclístico.

Dados da trilha:

Distância total percorrida: 19,26km
Velocidade máxima: 60km
Velocidade média: 11,4km
Tempo total pedalando: 01h 40min. 29seg.

terça-feira, 16 de outubro de 2007

Carrancas - Ida pra Zilda (Ou Ilda pra Zida!)

Carrancas 2007

Só a gente mesmo pra levar as bikes e pensar em pedalar nas férias. Isso demonstra o tamanho do vício! Depois da pedalada que era pra ter sido leve até a Ressaca, em São Gonçalo do Sapucaí, seguimos pra Carrancas(de carro, é claro!). Uma vez, no pitoresco lugarejo, com mais de 40(?), 50(?), sei lá quantas cachoeiras(e nem interessa, na verdade, porque conheceríamos mesmo, no máximo, umas dez), resolvemos ir até o Complexo da Zilda pedalando.

Num feriado, não seria nada recomendado fazer esse trajeto, pois qualquer ciclista percorreria praticamente todo o percurso engolindo poeira dos carros. Como chegamos na cidade no pós-feriado de 12 de outubro, Carrancas era só nossa e dos seus pacatos moradores.

Foi mais um bom treino para dois amadores como nós. Quase todo o caminho é um grande estradão, com um pouco de areia, muita poeira, pedras soltas e os incríveis mata-burros(e, ciclistas também!). Por incrível que pareça(e isso um companheiro do MTB-BH já havia nos avisado, thanks, man!), alguns deles são invertidos!!! Isso mesmo, foram colocados, na mesma direção das rodas/pneus dos carros, bikes etc. Mas como o pneu dos carros, ônibus e carroças são mais largos, os mata-burros invertidos não representam problema algum. Em compensação, para os ciclistas... É um convite ao tombo, rodas empenadas, entre outros contratempos. Felizmente, como sabíamos da aplicação prática dessa invenção "lusitana", em Carrancas, fomos de olhos bem abertos e até resolvemos cruzá-los, na volta, sem descer da bicicleta, passando sobre eles na diagonal.

A chegada ao Complexo da Zilda é uma boa descida, que exige um pouco mais de atenção, e já serve como aviso de como será a volta: uma subidinha caprichada. Ainda mais após a exploração do Complexo e suas belas cachoeiras.

Voltamos são e salvos e um tanto cansados também. Nada de pneu furado, tombos ou qualquer problema nesse passeio. Só que, após essa pedalada, desistimos do projeto bicicleta, no restante do "projeto férias em Carrancas". Trocamos o esforço físico sobre rodas por cerveja gelada, caminhada à pé pra chegar às cachoeiras e boa comida à noite. Bike, novamente, rolaria só em Beagá.

Dados da trilha:

Distância percorrida: 30,95km
Velocidade Mx: 49km
Velocidade Média: 12,9km
Tempo de pedalada: aproximadamente 2h(ida e volta)

sábado, 13 de outubro de 2007

S.G.S. - Trilha Ressaca

No Sul de Minas, resolvemos fazer uma trilha leve, partindo de São Gonçalo do Sapucaí até um lugar próximo - chamado ressaca. A idéia era fazer uma trilha bem leve pra "tirar a ferrugem" e ir preparando o espírito e as pernas para alguns dias de pedaladas em Carrancas, na seqüência.

Um tio meu disse que de S.G.S. até lá dariam uns 14km. Até chegar a uma represa(a da Ressaca), onde algumas pessoas vão nadar e também tem um restaurante. Bom, a trilha leve ficou só na nossa cabeça. Pedalando num estradão com bela vista para as fazendas, serras e belas enconstas daquela região, o Cateye não demorou a ultrapassar os programados 14km - que já seriam 28km, em função da volta. Começamos a perguntar quanto faltava até a ressaca. Algumas pessoas disseram mais 5km, então seguimos em frente. Vieram subidaças, nos moldes das melhores de Rio Acima, longas descidas e já passava pela nossa cabeça a dureza que seria a volta. Com uns 24km, finalmente chegamos à Ressaca e o cansaço bateu bonito. Tomamos de uma só vez, Coca-cola, água mineral, comemos um Cheetos genérico e como já estávamos ali, perguntamos novamente sobre a tal represa, com o restaurante. Resumindo a história, percorremos mais uns 4km, entramos numa outra estradinha pouco antes de chegarmos onde realmente pretendíamos, paramos numa represa da CEMIG(Chicão), demos um breve mergulho, num lugar bem bonito e, em seguida, era hora de prepararmos o fôlego e o que restavam das pernas para a volta que não seria nada mole. Com a certeza de que ainda pegaríamos um churrasco, na casa do meu pai.

Chegamos, claro, depois da sobremesa, tendo pedalado mais de 50km por mais de quatro horas e meia!!! Isso é que é voltar ao ritmo "na marra"!

Trilha São Gonçalo do Sapucaí-Ressaca

Distância total percorrida: 55km
Tempo total de pedalada(em cima da bike): 04h 30min.(aproximadamente)
Média de velocidade: +/- uns 13km


* Esses dados aproximados foram os que guardamos de cabeça, pois apagamos os dados "oficiais" do Cateye, antes de anotá-los.

** Foi uma semi-roubada, confessamos. Mas acabou valendo a pena pela aventura e pelas belas paisagens.

*** Ficar parado muito tempo dá é nisso: você, de repente, sobe na bike e, na fissura, pedala loucamente quando volta à ativa.

**** Não tivemos registros fotográficos dessa aventura, infelizmente.

sábado, 22 de setembro de 2007

Dia Mundial do Sem Carro

E segue um bocado de fotos do nosso giro pela AV. DO CONTORNO...

Dia Mundial do Sem Carro
22 de setembro, e lá estávamos - ciclistas de todos os cantos, pedalando e dando bom exemplo, nas ruas de BH...

domingo, 19 de agosto de 2007

Trilha Retiro Light

Trilha Retiro Light


Depois de ficarmos parado duas semanas e eu pegar uma bike nova, finalmente, voltamos(eu e minha mulher) a pedalar(ela com a minha boa e velha GT Avalanche). A trilha escolhida foi aquela tradicional estradinha do Retiro das Pedras. Com o carro no posto Petrobrás, partimos de bike em direção à entrada do Retiro pela estrada de terra paralela à "oficial"(de paralelepípedo). Fomos e voltamos pelo mesmo caminho, num passeio que não chegou a 20km. Missão cumprida, reconhecimento de bike feito, agora é só ir aumentando o pique devagar.

Dados da trilha:
1º percurso com nova bike
Odômetro: 694,74 km

Distância total percorrida: 18,26km
Tempo total: 01h 22min. 09seg.
Velocidade Máxima: 40 km/h
Velocidade Média: 13,3 km/h

segunda-feira, 23 de julho de 2007

Macaco Molhado!

Trilha Macaco Molhado
Rio Acima - dia 15 de julho de 2007


Macaco Molhado!


Resolvemos fazer a já falada trilha do Macaco Molhado, nos arredores de Rio Acima, numa bela manhã de domingo. O giro acabou sendo mesmo uma surpresa das boas. Na primeira metade, boas subidas, mas nada tão sacrificante. Belas paisagens e alguns trechos um pouco mais técnicos, no geral, a trilha se seguiu por um estradão mesmo. A chegada até o rio(do tal Macaco Molhado, segundo história que gerou o nome de batismo da trilha) foi ainda mais gratificante.

Cenário dos mais bacanas já pedalados em toda aquela região! Mal sabia o que estava por vir. A subida duríssima após a travessia do rio é pra ciclista nenhum botar defeito. Aliás, é pra todos os bikers testarem(e como!) sua condição física. Já no final do primeiro trecho resolvi dar uma embalada pra não ter que ir no esquema "vovozinha", quando ouvi o Bruno(padrinho da trilha, nesse dia) dizendo: "vire à direita". Quando virei, já ultra cansado, vi que outro trecho barra pesada estava ali prontinho, com o sol queimando sobre a poeira vermelha pra ver até onde iria toda aquela minha "disposição". O cara aqui, no melhor sentido da gíria utilizada entre os ciclistas, deu uma de Rôia e roiou geral! Tive que ensaiar uma descida pra encaixar a boa e velha "vovozinha"(marcha mais leve de todas pra quem não está acostumado a esses termos) para só então prosseguir na detonadora subida final. Haja fôlego e preparo. Ainda mais pra quem havia cortado o ritmo por umas duas semanas. Mas ao final, valeu a pena. A primeira parte, antes da subida pós-rio, compensou toda a trilha.

Nenhum "macaco se molhou"(a não ser com muito suor!) nesse dia, contrariando a história que envolve um erro de percurso, segundo o qual um ciclista mais apressado não fez muito bem a curva, antes da chegada ao rio, acabando dentro dele. É que o rio não era raso nesse ponto, como imaginava o ciclista que pretendia atravessá-lo pedalando de uma margem a outra. Ele acabou não conseguindo a façanha, daí o nome "Macaco Molhado".

Começamos e terminamos essa trilha num grupo de 6 pessoas(4 homens e 2 corajosas e destemidas mulheres, incluindo aí a minha!)

Valeu pessoal. Se soubesse da subida que me esperava após a travessia do rio, teria dado uma de "Macaco Molhado" para alimentar a história acerca do nome da trilha. Um mergulho completo pra refrescar seria mais do que merecido, antes da penosa subidona.

No mais, até outras trilhas de Macacos Molhados, suados, ralados e, sobretudo, cansados. Ah, claro, realizados!

Dados técnicos da trilha:

Duração: 03h 21min. 05seg. (pedalando)
Velocidade média: 13,3km/h
Velocidade máxima: 47km/h
Distância Percorrida: 44,46km


Só pra variar um pouquinho, não levei a máquina fotográfica e as fotos foram tiradas do meu celular como dá para perceber.

sexta-feira, 8 de junho de 2007

Trilha> Casa Branca & Piedade de Paraopeba

Dia 07 de junho de 2006
Local: Posto Chefão

Trilha Piedade de Paraopeba


E lá vamos nós para mais uma trilha...

Desta vez, encaramos o percurso da 2ª etapa do MTB-BH, marcada para o dia 07 de julho. Na verdade, a prova vai ser de Piedade de Paraopeba, subindo a interminável serra até o topo, com os quase dois kilômetros matadores da última das subida no cascalho.

Nesta trilha, entretanto, rodamos um bocado a mais. A maior parte dos ciclistas saiu do Chefão, seguiu pela Serra do Rola Moça, indo para Casa Branca, com aquela descida no asfalto pra kamikaze nenhum botar defeito. Bati meu próprio recorde, cravei em 66km. Pouco pros veteranos e profissionais de plantão, mas bem bom para medrosos como eu. Cair de bicicleta a mais de 60km já deve dar uma ralada e tanto.

Seguimos por Casa Branca até a estradinha de terra que dá acesso à Piedade de Paraopeba - um desses lugarejos com uma Igrejinha, um bar, uma armazém e poucas casas. Lá encontramos com o restante do grupo, que preferiu fazer apenas o trecho da prova do próximo dia 07. E dá-lhe subida!!! Parece que você não vai parar de subir nunca. Fui o nono a chegar no topo da serra(antes da última perna, com cascalho, que desisti de fazer). Lá de cima, ficamos de frente para o Alphaville. Depois, foi só descer para pegar o asfalto e retornar ao Chefão.

Dados técnicos da trilha, abaixo:

Tempo total(em cima da magrela): 03h 17min. 51seg.
Velocidade Máxima: 66 km/h
Velocidade Média: 13,6 km/h
Distância Percorrida: 45 km(ou 44,99 km como marcou meu Cateye)

domingo, 20 de maio de 2007

Rio Acima - Campestre >> E Circuitinho

Trilha Rio Acima/Campestre/Rio Acima
Data: sábado, 19 de maio de 2007

Intro
Pena, mas desta vez eu não levei câmera fotográfica e não vi ninguém que tenha levado. Grupo grande de ciclistas(+ de 20) nesse dia porque muita gente resolveu treinar para a prova do Campeonato Mineiro de Mountain Bike, na semana que vem. A maioria saiu de Rio Acima(incluindo eu e minha digníssima) numa pedalada até o Campestre, encurtada alguns quilômetros por um atalho que terminava num trecho do circuito, onde será realizada a prova.

Pequenos acidentes:
Na ida, furei o pneu traseiro, tive a ajuda de dois companheiros e quase troquei minha primeira câmara sozinho. Quase, porque sem a ajuda deles eu gastaria sei lá quanto tempo pra trocar. Mas ganhei um curso básico e acho que da próxima darei conta do recado inteiro e com maior grau de facilidade.

Quando encontrei minha mulher, fiquei sabendo que ela havia levado um tombo caprichado, mas foi mais uma pancada na coxa e outras escoriações leves, não chegou a esfolar a pele. Outro problema foi que o banco da bicicleta dela saiu do lugar e não conseguimos mais apertar o parafuso. Resultado: a volta foi punk. Tive que fazer o resgate de carro, quando ela quase estava chegando no trecho de asfalto.

No campestre, dei uma volta no circuito, tomei uma pancada no braço e dei uma forçada na bike(acho que coloquei uma marcha mais pesada, onde não devia). Logo notei que as marchas, daí pra frente, começaram a pular. Ficaram bem desreguladas. Voltei à sede, despedimos do pessoal e fomos(eu e minha mulher) embora, fazendo mais uma parte do circuito, antes de pegarmos o atalho. Só que tchan, tchan, tchan, tchan... Chegou a vez da minha corrente arrebentar. Tivemos que voltar à sede, o Bruno(SALVADOR!) conseguiu emendar a corrente - a minha e a de outro ciclista que passou pelo mesmo perrengue. Demos um tempo e retornamos em grupo para Rio Acima.

No caminho de volta, pouco antes de último subidão(antes da imagem da Santa), senti um início de câimbra na batata de perna esquerda. Dei uma alongada, em cima mesmo da bike, diminui o ritmo e cheguei até à bica(da Santa), molhei a cabeça e dá-lhe mais pedalada no trecho final. Logo foi a batata da outra perna que deu o mesmo sinal! Que m#%*#!!! Já pedalei bem mais pesado que isso e minhas pernas nunca aprontaram uma dessas.

Pratiquei o mesmo alongamento, em cima da bike(não é que deu resultado, de novo!), diminui mais uma vez o ritmo na subida e consegui chegar são e salvo até o meu carro.

Moral da história:Isso é que dá ficar sem pedalar por duas semanas!!! O organismo reclama!

Prova de Mountain Bike:
Ainda não é pra mim. Até tenho preparo regular, mas preciso de muita técnica.

SORTE PRO PESSOAL QUE VAI ENCARAR A PROVA NA SEMANA QUE VEM! QUEM SABE DA PRÓXIMA?

Dados técnicos:
Saída de Rio Acima: +/- às 08:45 da manhã
Retorno: 16:15
Tempo total(em cima da bike): 03h 37min. 42seg.
Velocidade média: 13,7 km/h
Velocidade máxima: 44,5 km
Distância percorrida: 49,74 km

sábado, 24 de março de 2007

Mais 50 km de boas pedaladas.

Trilha Rio Acima/Campestre/Rio Acima
Data: sábado, 24 de março
De 08h30 às 14h30

Mais uma vez nos reunimos com o pessoal do MTB-BH pra uma pedalada nos arredores de Rio Acima. Partimos do estacionamento, em direção ao clube Campestre(Pesque e Pague). Todo o percurso é estradão, com uma subida caprichada e desidratante, principalmente, num dia de céu aberto e muito sol na cabeça.

Chegamos ao campestre, sem maiores problemas, fora um pouco de cansaço. Conversamos um pouco e parte da turma partiu pra voltas no circuito pela mata, dentro do Campestre. Segundo eles, esse trajeto tem uns 6km. Eu esqueci de zerar o meu Cateye pra conferir. Mas a volta no circuito é prazerosa até o talo! Demais mesmo.

Descansamos mais um pouco, na volta à sede. Nos despedimos do pessoal, que iria fazer ainda um uphill nas antenas, e voltamos pelo mesmo caminho da ida. Pra variar só um pouco, esqueci a minha máquina, então, as fotos foram clicadas do celular. Daí a "ótima" qualidade.

Outros dados da trilha:

Distância total percorrida (49,32 km)
Velocidade máxima (44 km)
Tempo total pedalando (03h 26min.)
Velocidade média (14,3 km)


Trilha Rio Acima_ Campestre

domingo, 18 de março de 2007

Serra do Cipó

Dia cheio de surpresas. Começou com a chuva nos recepcionando, já na saída em Beagá, e nos acompanhando até a Serra do Cipó. Chegando lá, ela diminuiu, enquanto pegávamos as bikes e, quando começaríamos a trilha... Que tempestade!!! Ameaçamos desistir da aventura, mas a tempestade logo passou e encaramos uma aventura e meia! Explico: a idéia era fazer uma pedalada leve (de uns 20km) pela estrada do Cipó velho por sugestão da madrinha da trilha - nossa amiga Cinthia. Só que gostamos tanto do primeiro giro e estávamos tão fissurados em pedalar que resolvemos encarar também a destruidora (mais de bikes do que de ciclistas) trilha até o Canyon (uns 25 km, ida e volta). Essa trilha tem um visual chapante, inclui barro até os dentes, trechos mais técnicos, travessias em riacho e rio, areia, cascalho... Faz a alegria do pessoal da revisão pós-trilha. As bikes voltam mesmo em estado lastimável. Tive uma câmara furada, as quatro pastilhas de freio completamente gastas e o tradicional roinc-roinc da corrente e outras peças sem qualquer lubrificação. De todo o jeito, valeu muito ter feito todo esse trajeto. Acabamos pedalando de 10h até as 17h 30 mais ou menos, num total de 55km ou algo em torno disso. As fotos da aventura estão no álbum abaixo:

Trilha na Serra do Cipó

terça-feira, 13 de março de 2007

Trilha Morro do Chapéu + Churrasco do Mangini

Dia perfeito (10 de março de 2007) pra quem curte superlativos, afinal, foi tudo agradabilíssimo! Trilha com alguns trechos mais técnicos e, por isso, mais uma sequência de quase tombos. Uma passagem no meio da famosa "Matinha", com direito a um bote de cobra no pneu traseiro da minha ciclista predileta. Ufa! Ainda bem que foi só o susto! E, no final, pra compensar um churrasco e tanto, em comemoração ao aniversário do Mangini - camarada que me incentivou ainda mais a pedalar por essas e outras trilhas.

Portanto, no álbum abaixo, temos fotos do pacote completo!

Trilha Morro do Chapeu + Aniver. Mangini 10 março 2007

domingo, 4 de março de 2007

Rio Do Peixe

Nós (eu e minha mulher) acordamos tarde e resolvemos fazer só aquele trecho de Alphaville-Codornas até a estradinha de asfalto, antes da subida pro Mirante.

De Trilha Rio do...


Por acaso acabamos nos encontrando com todo o pessoal e fizemos a volta do Rio do Peixe. Só que terminamos a trilha, voltando ao Alphaville porque nosso carro estava lá.

Sofremos um pouco naquela subida mezzo hardcore, depois da usina, mas consegui subir num ritmo bom, sem parar pra empurrar. Ela acabou parando algumas vezes pra descansar porque a bicicleta dela, como disse um amigo nosso, era ótima mas na década de 80!!! É uma bike muito pesada e só com 21 marchas. Num morro daqueles é dose! No mais, como já havíamos enfrentado duas trilhas um pouco mais pesadas, lá em Rio Acima, mantivemos um bom pique, durante todo o percurso, sem ficarmos com aquela sensação de cansaço absoluto no final.

Ah! Ainda encontramos com a Andréa e Carla do Le Vélo(elas estavam descendo, pois fizeram a trilha invertida), na subidona pós-usina e no Alphaville, no final.

sexta-feira, 2 de março de 2007

Dia maluco (pra não dizer estranho!) esse

Amanheceu chovendo em Beagá, com pinta de que poderia melhorar o tempo. Acho que muitos ciclistas ficaram naquela de "vou, não vou". Nós mais alguns amigos acabamos indo. A trilha nos arredores do Alphaville (trevo p/ Ouro Preto) tinha jeito de ser das mais leves, tanto na kilometragem - alto em torno de 30km - quanto no nível técnico, sem single track, quase tudo no esquema estradão.

Na verdade, a paisagem era linda, mal saímos e o sol saiu. Teve parada pra um mergulho na cachoeira(esqueci o nome!) e a volta seria pelo menos caminho da ida, portanto com todo mundo já sabendo o que esperar. Só que nem sempre a sorte sorri pra todos. Uma amiga nossa resolveu voltar antes, sem aproveitar a pausa na cachoeira, e acabou levando um tombo daqueles a pouco menos de 1km pro asfalto que levaria de volta ao nosso ponto de partida, no condomínio Alphaville. Resultado: clavícula quebrada pra total infelicidade da nossa companheira/amiga. Depois ficamos sabendo, por intermédio de outros ciclistas, que quebrar a clavícula é uma coisa meio natural(???) nesse esporte(agora entendi a classificação RADICAL) chamado mountain bike.

Que venham outros passeios, com menos tombos e fraturas.

Pra variar a máquina foi com a bateria arriada, resultando apenas nesses dois registros da trilha:

De Trilha Arredo...

terça-feira, 13 de fevereiro de 2007

Trilha Rio Acima 11 fev. 2007

Recorde de distância até aqui, nessa vida de biker! 44km!!! A trilha foi a do Cocho D'água-Acuruí-Chica Dona. Um belo percurso saindo de Rio Acima e percorrendo um belo trecho da Estrada Real. Muuuuitas subidas e, no caso desse dia específico em que fizemos, um sol escaldante minaram as forças de muitos ciclistas colegas nossos. Abaixo está o micro-álbum do passeio com apenas duas fotos que tirei do meu celular. Ninguém mais levou máquina fotográfica. Da próxima eu mesmo prometo levar porque aquela paisagem merece ser fotografada e quem encara um passeio desses também.

terça-feira, 6 de fevereiro de 2007

Quem diria, hein?

Arredores de Beagá, numa trilha partindo de Casa Branca, num sábado pela manhã (03/02/2007). Quase 30km de subidas e descidas, vários tipos de terreno, com direito a "travessias aquáticas", como pode ser comprovado na foto acima. Muito suor pra queimar alguns chopps da noite anterior e muito sono pra curar tantas pedaladas nesse dia. "Tudo vale a pena, se a alma não é pequena".

Link para álbum da trilha com fotos tiradas pelos companheiros de pedal:

domingo, 28 de janeiro de 2007

Morro do Careca, 27 de janeiro 2007

Primeira trilha feita com o pessoal do MTB-BH. Com trechos técnicos, vários quase tombos, descidas técnicas em single track, subidas pesadonas até o belo trecho dos Eucaliptos. Sol rachando em alguns pontos. Descida da serra, após a cachoeira do Vianna, com um pouco de chuva pra aliviar geral! Fomos na raça, eu e cia., sem saber se daríamos conta de fazer toda a trilha até o final. CONSEGUIMOS!!! Bom começo!

Trilha> Rio Acima / Morro do Careca